quinta-feira, março 02, 2006

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... - E ia decerto falar das coisas públicas, mas Luísa atravessou para os Mártires, erguendo um pouco o vestido por causa de uns restos de lama. Parou à porta da igreja, e sorrindo: - Vou aqui fazer uma devoçãozinha. Não o quero fazer esperar. Adeus conselheiro, apareça. - Fechou a sombrinha, estendeu-lhe a mão.
- Ora essa, minha rica senhora! Esperarei, se vir que não se demora muito. Esperarei, não tenho pressa. - E com respeito: muito louvável esse zelo ! Luísa entrou na igreja desesperada.

(O Primo Basílio)

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