terça-feira, abril 04, 2006


(R. Nv. Almada)

... Veio-lhe uma ideia: ir ao Férin, ao livreiro, onde o conheciam, ver se tinham vendido alguns exemplares dos «Esmaltes e Jóias». Quando chegou, iam fechar a porta, e com a face abrasada de vergonha, interrogou baixo, à parte, o caixeiro.

(A Capital)

4 comentários:

FOTOESCRITA disse...

Livraria Férin, com aquele ambiente antigo a espreitar esta nossa vida de grandes superfícies e a desejar que não a ignorem!

T. disse...
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greentea disse...

não estou a ver qual é ou então nunca lá fui, mas há tempos dei umas voltas pelas transversais e encontrei várias livrarias, tal como cá mais em cima junto ao Teatro da Trinda...
mas agora raramente vou à Baixa, ao Chiado, à Rua da Misericordia...

T. disse...

Ah! Mas a Livraria Férin apesar do seu ambiente tradicional «mexe» bastante. De vez em quando vou lá e os seus fundos bibliográficos e novidades têm muita qualidade. E apesar do ar vetusto é muito apetecível!
E para mostrar um ar dinâmico até organiza torneios de bridge:
http://www.quintonaipe.com/oeng/200506/ferin05m.ht