domingo, abril 22, 2007

Algures no tempo



(Serra de Sintra)


Algures no tempo ido,
Num 'spaço já esquecido,
Tive, guardada, não sei
Onde, nem sei se ainda terei,
Uma pequena porção
De ser feliz sem razão.

...


(Fernando Pessoa)

16 comentários:

tufa tau disse...

tens que a ter e tens que a encontrar...

Desejo disse...

perfeito!

hfm disse...

Onde a teremos nós guardada!

Teresa David disse...

Mais uma imagem que nos envolve, neste caso lembrando "o mistério da estrada de Sintra", embora as palavras não sejam do Eça.
Bjs
TD

Isabel José António disse...

Querida Teresa,

Acabámos de nomear este seu blogue como um dos que nos fazem pensar. Agora, terá de passar no nosso "O Caminho do Coração" e copiar o selo do "Pensador" para pô-lo no seu blogue e depois poderá aceitar o desafio de nomear cinco blogues...
Um abraço,

Isabel

sandra disse...

Num local como este todos podem ter um momento de felicidade.
Para não variar as suas fotos são lindas e depois as fotos e os textos estão sempre numa sintonia perfeita.
Um beijo

Putty Cat disse...

Ser-se feliz sem razão...

Haverá maior hino à felicidade?

Beijo e obrigada pela tua visita no meu espaço.

PCat

Pedro V. Fernandes disse...

Aqueles raios de Sol trespassando a folhagem densa das árvores resultaram numa óptima foto. A imagem lembra-me passado, não sei porquê!...

Wagner disse...

o tempo que vai sempre nos causa um buraco na alma...

abração.

bettips disse...

Já há tempo que não espreitava este sentir de pessoa/poeta/Pessoa. Linda a foto e a cor vibrante da luz, como um foco.

isabel mendes ferreira disse...

roubei.





beijo.





sempre.

obni disse...

Superbe photo dont la lumière éclaire le paysage et la magie…

Brain disse...

Desejo de muitos..
Privilégio de poucos!

De vez em quando,
Lá vou passando...

Beijo.

raspvtiiyn disse...

viajo
no teu corpo
caminhos
nunca imaginados

delírios
de náufrago à deriva
em noite de temporal.

viajo em ti
sonhos de uma ternura
nunca sentida.

Peg solo disse...

FP, boa escolha!

Anónimo disse...

(...)Foi quando meu pai me disse:
- Vem nascendo a madrugada...
E eu embora não a visse
Pressentia-a nas palavras
De meu pai ressuscitado
pela luz da realidade.

E, assim foi. Logo na mata
O seu rosa imponderável
aos poucos se insinuava
revelando coisas mágicas.(Vinicius)